As you know......l'm quite keen on comic books. Especially the ones about superheroes. I find the whole mythology surrounding superheroes fascinating. Take my favorite superhero, Superman. Not a great comic book. Not particularly well-drawn.
Mmm.
But the mythology...The mythology is not only great, it's unique.
How long does this shit take to go into effect?
About two minutes. Just long enough for me to finish my point. Now, a staple of the superhero mythology is, there's the superhero and there's the alter ego. Batman is actually Bruce Wayne, Spider-Man is actually Peter Parker. When that character wakes up in the morning, he's Peter Parker. He has to put on a costume to become Spider-Man. And it is in that characteristic Superman stands alone. Superman didn't become Superman. Superman was born Superman. When Superman wakes up in the morning, he's Superman. His alter ego is Clark Kent. His outfit with the big red "S" - that's the blanket he was wrapped inas a baby when the Kents found him. Those are his clothes. What Kent wears - the glasses, the business suit - that's the costume. That's the costume Superman wears to blend in with us. Clark Kent is how Superman views us. And what are the characteristics of Clark Kent? He's weak......he's unsure of himself......he's a coward. Clark Kent is Superman's critique on the whole human race. Sorta like Beatrix Kiddo and Mrs. Tommy Plimpton. The point emerges. You would've worn the costume of Arlene Plimpton. But you were born Beatrix Kiddo. And every morning when you woke up, you'd still be Beatrix Kiddo.
Are you calling me a superhero?
I'm calling you a killer. A natural born killer. You always have been, and you always will be.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Não fale. Não me pergunte nada, muito menos responda.
Não me olhe torto, nem reto. Apenas não me olhe.
Não me peça, eu ordeno.
Não me critique, nem elogie. Não me irrite.
Não me prenda, nem me solte, não me toque.
Não me ignore, não me agrida, não me sufoque.
Não corra, mas ultrapasse esse caminhão antes, pelo amor de Deus.
Não sorria, você não está sendo filmado.
Não chegue perto, não fique longe, não mude o tom, não seja monótono.
Não insista. Não desista. Não exista.
Não quero ouvir, não quero ver, não quero emitir som algum. Quero ser invisível, dormir e acordar só depois de amanhã, quando essa leve tpm tiver acabado.
Não me olhe torto, nem reto. Apenas não me olhe.
Não me peça, eu ordeno.
Não me critique, nem elogie. Não me irrite.
Não me prenda, nem me solte, não me toque.
Não me ignore, não me agrida, não me sufoque.
Não corra, mas ultrapasse esse caminhão antes, pelo amor de Deus.
Não sorria, você não está sendo filmado.
Não chegue perto, não fique longe, não mude o tom, não seja monótono.
Não insista. Não desista. Não exista.
Não quero ouvir, não quero ver, não quero emitir som algum. Quero ser invisível, dormir e acordar só depois de amanhã, quando essa leve tpm tiver acabado.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
" O abandono do umbigo como referência central" - Quiroga para todos
"Enquanto isso, aqui na nave Terra o salto evolutivo de nossa humanidade continuará sendo retórico até que todas as pessoas caiam em si, abandonando o vício de tratarem seus semelhantes como estorvos que precisam ser eliminados, ou como objetos que precisam ser aproveitados ou manipulados de acordo com seus interesses particulares. O salto evolutivo de nossa humanidade depende inteiramente de uma revolução copernicana íntima, o abandono do umbigo como referência central, ao redor do qual tudo o mais deve orbitar, encontrando um centro que coloque todas as individualidades humanas no seguro caminho pelo qual se organizarão estabelecendo laços de cooperação mutua entre si. Sem esta condição, nada de novo acontecerá entre o céu e a terra.
domingo, 4 de novembro de 2007
Novo mantra
Anos de terapia, literatura auto-ajuda, filosofia barata e o conhecimento secreto do segredo mais bem guardado das mentes milionárias do universo podem resultar numa nova categoria de fracassadas: as perdedoras que se acham o máximo, apesar da vida estar sempre mostrando o contrário. Falo por puro conhecimento de causa, tá? Portanto, não se ofenda.
Querida, quando você se acha o máximo mesmo depois de tomar chapuletada atrás de chapuletada, o tombo é muito maior. Porque se você se conformasse com o fato de que é apenas uma mocinha normal, como outra qualquer, que tem milhares de defeitos e uma ou outra qualidade - e que aquele mocinho até que interessante tem 50% de chance de te querer e 50% de chance de te achar uma desvairada completa - perdê-lo simplesmente porque ele não está a fim não seria tragédia suficiente para te deixar deprimida por mais do que uma hora e meia. Agora, quando você se acha “The Queen of Black Coconut Candy”, dear... Aí o bicho pega: “Como assim?! Aquele merdinha me deu um pé na bunda!? Logo em mim!? Ah, mas isso não vai ficar assim... Não mesmo!!! Como ele ousa?!”. Aí, a luta para parecer gostosa e irrecusável acaba por te ridicularizar cada vez mais.
Como diria Ana Maria Braga: “Acooooooooooorda, menina!”. Relaxe, respire e recite comigo este novo mantra (mas antes, dê uma pausa na musiquinha da Danni Carlos):
Querida, quando você se acha o máximo mesmo depois de tomar chapuletada atrás de chapuletada, o tombo é muito maior. Porque se você se conformasse com o fato de que é apenas uma mocinha normal, como outra qualquer, que tem milhares de defeitos e uma ou outra qualidade - e que aquele mocinho até que interessante tem 50% de chance de te querer e 50% de chance de te achar uma desvairada completa - perdê-lo simplesmente porque ele não está a fim não seria tragédia suficiente para te deixar deprimida por mais do que uma hora e meia. Agora, quando você se acha “The Queen of Black Coconut Candy”, dear... Aí o bicho pega: “Como assim?! Aquele merdinha me deu um pé na bunda!? Logo em mim!? Ah, mas isso não vai ficar assim... Não mesmo!!! Como ele ousa?!”. Aí, a luta para parecer gostosa e irrecusável acaba por te ridicularizar cada vez mais.
Como diria Ana Maria Braga: “Acooooooooooorda, menina!”. Relaxe, respire e recite comigo este novo mantra (mas antes, dê uma pausa na musiquinha da Danni Carlos):
sábado, 3 de novembro de 2007
Muito eu
Um dia baguncei o meu coreto e fiquei sem saber que merda de pessoa era eu no mundo e muito menos em que mundo estava. Às vezes, vejo coisas que me fazem lembrar vagamente. Não tem resgate. A gente é o que é e continua sendo o que foi, mesmo que só de vez em quando. Esta musiquinha que ouvi ontem, na madruga, passando por uma 23-de-maio-sem-luz me deu uma luz.
Eu quero ficar perto
De tudo o que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado
Aperte o play
Eu gosto do meu quarto
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo ta fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha Lei
Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas no meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar
Eu já comprei
Às vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando eu tô afim
Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes eu somente não sabia...
Depois, buscando no Vagalume pelas partes da letra que eu lembrava, descobri que quem canta é Danni Carlos (de quem eu já gostava da voz, mas achava um desperdício ela cantar todos aqueles covers e não ter música própria). Descobri também que a música está nessa novelinha ridícula das 8. Pelo menos é tema do Lázaro Ramos e da Débora Falabella, dois atores de que gosto muito.
Well, nem tudo está no lugar certo o tempo todo.
Ah, o compositor é Dudu Falcão.
Eu quero ficar perto
De tudo o que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado
Aperte o play
Eu gosto do meu quarto
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo ta fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha Lei
Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas no meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar
Eu já comprei
Às vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando eu tô afim
Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes eu somente não sabia...
Depois, buscando no Vagalume pelas partes da letra que eu lembrava, descobri que quem canta é Danni Carlos (de quem eu já gostava da voz, mas achava um desperdício ela cantar todos aqueles covers e não ter música própria). Descobri também que a música está nessa novelinha ridícula das 8. Pelo menos é tema do Lázaro Ramos e da Débora Falabella, dois atores de que gosto muito.
Well, nem tudo está no lugar certo o tempo todo.
Ah, o compositor é Dudu Falcão.
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